domingo, 27 de dezembro de 2015

"PORQUE HÁ PESSOAS QUE NÃO CONHECEM A DEUS E SÃO GENEROSAS?

Mesmo entre pessoas que não chegaram a conhecer o Verdadeiro Deus, mas apenas por obter algumas informações a respeito d’Ele e Seus modos de agir, foi o suficiente para que o temor e a bondade encontrasse lugar em suas vidas.
É o caso das PARTEIRAS DO EGITO: A ordem do Faraó era para que matassem todo bebê hebreu do sexo masculino ao nascer e, de fato, elas ficaram numa situação bastante crítica e perigosa. Duas delas foram convocadas: Sifrá e Pua; provavelmente “enfermeiras-chefe”, com a incumbência de transmitir as ordens do rei às suas companheiras. Mas as informações que elas tinham sobre o verdadeiro Deus levaram-nas a desobedecer às ordens do rei, preservando vivos os meninos.
Quando inquiridas por que as ordens não estavam sendo cumpridas, fingiram que este assunto lhes escapava ao controle, dizendo que as hebreias davam à luz antes que as parteiras pudessem chegar até elas. Não esperavam qualquer recompensa, antes colocaram em perigo suas próprias vidas.
Mas com esse ato de BONDADE acabaram preservando a vida do segundo mais ilustre dos homens: Moisés. Preservaram a linhagem santa e dela o libertador Maior que Moisés: Jesus Cristo. E seu ato de bondade faz parte do Registro Sagrado (Ex 1:15-20).
RAABE, a meretriz de Jericó, outra pessoa bondosa. Ela se viu envolvida numa situação bastante complicada! Dois homens, Josué e Calebe, estavam sendo recapturados pelo rei, e, provavelmente seriam mortos. É quase certo que ela não sabia dos objetivos dos espias, mas movida pela BONDADE ela os escondeu entre as hastes de linho, de modo que, chegando a patrulha, não os encontrou.
Ela então os encaminhou noutra direção, de modo que foram salvos. Não se sabe quanto tempo estiveram escondidos, mas o tempo suficiente para que ela soubesse que eram servos do verdadeiro Deus; e ela mesma passou a ser uma adoradora de Jeová. E quando a Jericó foi destruída ela e sua família foi preservada.
Mesmo sem entender a profundidade do significado, um cordão escarlate, símbolo do sangue do Cordeiro, num ato de fé, assegurou a salvação para si e sua família e teve sua vida mudada: Teve permissão de morar entre os israelitas e de prostituta, veio tornar-se esposa de Salmom e mãe de Boaz, ancestrais dos reis davídicos. É uma das 4 mulheres citadas por Mateus, na genealogia de Jesus, e está na galeria dos heróis da fé em Hebreus 11. Um simples ato de BONDADE que alcança gerações (Js 2:1-24).
O BOM SAMARITANO: Os samaritanos eram resultado de casamentos mistos quando as dez tribos viveram naquela região; não eram, portanto, considerados adoradores do Verdadeiro Deus. Os judeus os consideravam uma “seita” e nem os saudavam, pois sustentavam certos conceitos nitidamente diferentes do judaísmo. Mas na parábola contada por Jesus sobre um homem que descia de Jerusalém para Jericó e caíra nas mãos de salteadores, ficando quase morto; dois do ministério [o sacerdote e o Levita] viram-no caído, mas passaram de largo.
Provavelmente, como alguns hoje, disseram: alguma coisa fez; é a mão de Deus. Mas o sectário samaritano teve íntima compaixão. Atou-lhe as feridas, deitando azeite e vinho sobre elas, colocou-o sobre sua cavalgadura, levou-o para uma estalagem, cuidou dele até o dia seguinte, e depois se comprometeu a pagar tudo que viesse a gastar.
Às vezes encontramos mais bondade, misericórdia e corações generosos, entre os que não servem a Deus conosco. Jesus registrou esse ato de bondade como um desafio, aos que dizendo servir a Deus, agem como se não O conhecessem.

sábado, 26 de dezembro de 2015

"O QUE DIZ A BIBLIA A RESPEITO DOS DINOSSAUROS? ENCONTRAMOS DINOSSAUROS NA BIBLIA?

 O tema dos dinossauros na Bíblia é parte de um debate que se desenvolve dentro da comunidade cristã a respeito da idade da terra, da interpretação correta do Gênesis e de como interpretar as evidências físicas que nos cercam. Aqueles que acreditam em uma idade mais antiga para a terra tendem a concordar que a Bíblia não menciona os dinossauros, pois, de acordo com seu paradigma, os dinossauros desapareceram milhões de anos antes que o primeiro homem andasse sobre a terra. Os homens que escreveram a Bíblia não poderiam ter visto dinossauros ainda vivos.
Aqueles que crêem que a terra é mais jovem tendem a acreditar que a Bíblia menciona os dinossauros, apesar de jamais haver usado a palavra “dinossauro”. Ao invés, usa a palavra tanniyn, vinda do Hebraico. Tanniyn é traduzida de algumas poucas maneiras diferentes nas Bíblias de língua inglesa; às vezes como “monstro do mar”, às vezes como “serpente”. É mais comumente traduzida como “dragão”. Tanniyn parece ter sido algum tipo de réptil gigante. Estas criaturas são mencionadas quase trinta vezes no Antigo Testamento e são encontradas tanto em terra quanto no mar.
Além de mencionar estes répteis gigantes quase trinta vezes no Antigo Testamento, a Bíblia descreve algumas criaturas de tal modo que alguns estudiosos acreditam que os escritores poderiam estar descrevendo dinossauros. Behemoth é descrita como a mais poderosa de todas as criaturas de Deus, um gigante cuja cauda é comparada à árvore de cedro (Jó 40:15 em diante). Alguns estudiosos tentaram identificar Behemoth como um elefante ou hipopótamo. Outros dizem que tanto elefantes quanto hipopótamos têm caudas muito finas, nada que se possa comparar ao cedro. Os dinossauros como o Braquiossauro e o Diplodocus, por outro lado, tinham caudas enormes que poderiam facilmente ser comparadas à árvore do cedro.
Quase toda a civilização antiga tem algum tipo de arte descrevendo criaturas répteis gigantes. Desenhos ou entalhes sobre rocha, artefatos e até pequenas estátuas de barro descobertas na América do Norte se parecem com representações modernas de dinossauros. Entalhes em rochas na América do Sul representam homens montando criaturas parecidas com o Diplodocus e, assombrosamente, assemelham-se com imagens familiares como o Triceratops, Pterodáctilo e Tiranossauro Rex. Os Mosaicos romanos, a cerâmica maia e muros da cidade babilônica são testemunhos dessa fascinação cultural e geograficamente sem fronteiras do homem com essas criaturas. Sérias narrativas como as de Il Milione de Marco Polo se mesclam com fantásticos contos de bestas que acumulam tesouros. Narrações atuais de observações sobrevivem, apesar de serem tratadas com espantoso ceticismo.
Além do volume substancial de evidências antropológicas e históricas a favor da coexistência de dinossauros e homens, há outras evidências físicas, como as pegadas fossilizadas de humanos e dinossauros, descobertas juntas em lugares da América do Norte e oeste da Ásia central.
Para finalizar, encontramos dinossauros na Bíblia? Este assunto está longe de ser resolvido. Depende de como se interpreta as evidências disponíveis e de como se vê o mundo ao redor. acredito na interpretação da terra jovem e aceito que os dinossauros e homens coexistiram. Cremos que os dinossauros desapareceram algum tempo depois do Dilúvio devido à combinação de dramáticas mudanças ambientais e por terem sido incessantemente caçados pelo homem, até a completa extinção...

"BICHOS DE ESTIMAÇÃO E ANIMAIS VÃO PARA O CÉU? OS BICHOS DE ESTIMAÇÃO E ANIMAIS TÊM ALMA?


 A Bíblia não ensina especificamente se bichinhos de estimação ou animais têm ou não “alma” ou se vão ou não para o Céu. Entretanto, podemos aplicar alguns princípios gerais das Escrituras e sugerir uma explicação para o assunto. A Bíblia afirma que tanto homens (Gênesis 2:7) quanto animais (Gênesis 1:30; 6:17; 7:15,22) têm o sopro da vida. A diferença fundamental entre seres humanos e animais é que o homem é feito à imagem e semelhança da Deus (Gênesis 1: 26-27). Os animais não são feitos à imagem e semelhança de Deus. Isto significa que o ser humano é como Deus, apto a uma espiritualidade, com mente, emoção, vontade e uma qualidade em seu ser que continua após a morte. Se os bichos de estimação e os animais têm mesmo uma “alma” ou um aspecto imaterial, deve ser este, portanto, de uma “qualidade” diferente e inferior. Esta diferença provavelmente significa que a alma dos bichos de estimação e dos animais não permanece depois da morte.
Outro fator a considerar nesta questão é que Deus criou os animais como parte de Seu processo criativo no Gênesis. Deus criou os animais e disse que eram bons (Gênesis 1: 25). Por isso, não há razão para não haver a possibilidade de animais na nova terra (Apocalipse 21:1). Certamente haverá animais durante o reino milenar (Isaías 11:6; 65:25). É impossível afirmar categoricamente se alguns desses animais poderão ser os animais de estimação que tivemos aqui na terra. Nós sabemos que Deus é justo e que quando chegarmos ao Céu estaremos de completo acordo com Sua decisão sobre este assunto, qualquer que seja.

"AINDA HÁ PESSOAS BONDOSAS?

DEVOCIONAL  (26/12/15)
EMBORA a bondade seja virtude rara entre os humanos; ela existe. A Bíblia menciona algumas pessoas de coração generoso e devem ser lembrados a fim de que procuremos imitá-las.
OBADIAS faz parte dos que passaram para a história como pessoas cheias de BONDADE. Ele viveu e serviu como mordomo do obstinado casal sanguinário, o rei Acabe e a rainha Jezabel. Esta havia mandado matar todos os profetas de Jeová e Obadias, que temia ao Senhor, num ato de bondade, protegeu os profetas que restara, escondendo-os de 50 em 50 numa caverna, sustentando-os com pão e água.
Obadias, com seu ato de bondade, habilitou-se a ser um instrumento de Deus no contato que se seguira entre Elias e o rei Acabe; culminando no memorável desafio no monte Carmelo: “Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se Jeová é Deus, segui-O; e se Baal, segui-o”. Esse desafio resultou na resposta de Deus com fogo sobre o altar consumindo o holocausto, e na morte dos 400 profetas de Baal. Só Jeová é Deus; foi a confissão pública e coletiva; que tem sido repetida pelo povo de Deus ao longo dos séculos (I Rs 18).
A SUNAMITA: Não a enfermeira do rei Davi em sua velhice; mas daquela mulher Sunamita que mostrara hospitalidade para com o profeta Eliseu. Alimento e abrigo ela providenciou porque soubera discernir que Eliseu era um homem de Deus. Seu ato de bondade teve como recompensa um filho. Contudo, uma pessoa boa não fica isenta de sofrimentos.
Seu filho, anos mais tarde viera a morrer, vítima de uma forte dor de cabeça. Acatando o aviso de Eliseu a respeito de uma vindoura fome, a Sunamita teve que deixar sua casa e por sete anos morou com os filisteus, quando voltou sua propriedade havia sido confiscada. Mas Deus tinha em memória seu ato de bondade e ressuscitou o seu filho pela instrumentalidade do profeta Eliseu, e o rei, quando soube de sua bondade no passado fez com que suas propriedades fossem devolvidas (II Rs 4).
JÔNATAS foi outra pessoa cheia de BONDADE. Quando soube que seu pai, o rei Saul, pretendia matar o meigo harpista e pastor de ovelhas, Davi; ele procurou um e outro, e arranjou as coisas de modo que Davi fugisse da presença de Saul, e depois usando de forte argumentação sobre o erro imperdoável em derramar sangue inocente, fez Saul desistir de cometer homicídio (I Sm 19:1-7).
De quem mais eu diria? Diria da benevolência de Boaz. Um verdadeiro judeu e leal adorador de Jeová; que era também um parente chegado de Elimeleque, este tinha sido marido de Noemi e viera a falecer; mas tão logo Boaz percebeu que o favor de Deus estava direcionado a Noemi, e a sua nora, Rute, viúva de um de seus filhos; e maravilhado com a lealdade da nora para com sua sogra, arranjou as coisas de modo que convertida Rute fosse resgatada segundo a lei do levirato e, assim, essa outrora pagã idólatra entra para a linhagem santa do Messias ao tornar-se mãe de Obede e bisavó do rei Davi, antepassado de Jesus.
Da família bondosa e hospitaleira de Betânia; Lázaro, Maria e Marta. De Simão cireneu que ajudou Jesus a levar o madeiro. De José de Arimatéia e Nicodemos que bondosamente tiraram o corpo de Jesus da cruz e o sepultaram dignamente. Quanta coisa maravilhosa tem acontecido por um simples ato de bondade. Porque Deus é benevolente, e quando usamos de bondade para com outros, Ele está atent

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

"QUAL É O PLANO DA SALVAÇÃO?"

 Você está com fome? Não fisicamente, mas você tem fome de algo mais na sua vida? Há algo no fundo da sua existência que nunca parece ficar satisfeito? Se sim, Jesus é o caminho! Jesus disse: “Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome; e o que crê em mim jamais terá sede” (João 6:35).
você está confuso? Você parece nunca encontrar um caminho ou um propósito na vida? Você tem a sensação de que alguém apagou as luzes e que você não consegue encontrar o interruptor? Se sim, Jesus é o caminho! Jesus proclamou: “Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida” (João 8:12).
Você algumas vezes se sente como se estivesse trancado do lado de fora da vida? Você já tentou tantas portas, apenas para descobrir que o que havia atrás delas é vazio e sem sentido? Você está procurando por uma entrada para uma vida de realizações? Se sim, Jesus é o caminho! Jesus declarou: “Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim, será salvo; entrará, e sairá, e achará pastagem” (João 10:9).
As outras pessoas sempre decepcionam você? Os seus relacionamentos têm sido superficiais e vazios? Parece que todos estão tentando tirar vantagem de você? Se sim, Jesus é o caminho! Jesus disse: “Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas... Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas, e elas conhecem a mim” (João 10:11, 14).
Você imagina o que acontece depois desta vida? Você está cansado de viver a sua vida apenas por coisas que apodrecem ou enferrujam? Você algumas vezes duvida que esta vida tenha algum significado? Você quer viver após a sua morte? Se sim, Jesus é o caminho! Jesus declarou: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e todo o que vive e crê em mim não morrerá, eternamente (João 11:25-26).
Qual é o caminho? Qual é a verdade? Qual é a vida? Jesus respondeu: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim” (João 14:6).
A fome que você sente é uma fome espiritual, e só pode ser saciada por Jesus. Jesus é o único que pode remover a escuridão. Jesus é o portão para uma vida de satisfação. Jesus é o amigo e pastor que você tem procurado. Jesus é a vida – neste mundo e no próximo. Jesus é o caminho da salvação!
A razão pela qual você sente fome, a razão pela qual você se sente perdido na escuridão, a razão pela qual você não consegue encontrar um sentido na vida, é que você está separado de Deus. A Bíblia nos diz que todos nós pecamos e estamos portanto separados de Deus (Eclesiastes 7:20; Romanos 3:23). O vazio que você sente no seu coração é a falta de Deus na sua vida. Nós fomos criados para ter um relacionamento com Deus. Por causa do nosso pecado, nós fomos separados deste relacionamento. Pior ainda, nosso pecado nos fará permanecer separados de Deus por toda a eternidade, esta vida e a próxima (Romanos 6:23; João 3:36).
Como este problema pode ser resolvido? Jesus é o caminho! Jesus tomou o nosso pecado para si (2 Coríntios 5:21). Jesus morreu no nosso lugar (Romanos 5:8), levando a punição que nós merecemos. Três dias depois, Jesus ressuscitou dos mortos, provando a sua vitória sobre a morte e o pecado (Romanos 6:4-5) Por que ele o fez? O próprio Jesus respondeu a esta pergunta: “Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos” (João 15:13). Jesus morreu para que nós pudéssemos viver. Se nós pusermos a nossa fé em Jesus, acreditando na Sua morte como pagamento pelos nossos pecados – todos os nossos pecados são perdoados e levados embora. Nós então teremos a nossa fome espiritual saciada. As luzes serão ligadas. Nós teremos acesso a uma vida de realizações. Nós iremos conhecer o nosso verdadeiro melhor amigo e bom pastor. Nós iremos saber que teremos uma vida depois que morrermos – uma vida ressuscitada no Céu para a eternidade com o senhor Jesus!
"Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" (João 3:16).

QUAL É O SENTIDO DA IDA?

Qual é o sentido da vida? Como posso encontrar propósito, realização e satisfação na vida? Terei o potencial de realizar algo de significância duradoura? Há tantas pessoas que jamais pararam para pensar no sentido da vida. Anos mais tarde elas olham para trás e se perguntam por que seus relacionamentos não deram certo e por que se sentem tão vazias, mesmo tendo alcançado algum objetivo anteriormente estabelecido. Um jogador de baseball que alcançou o hall da fama deste esporte foi questionado sobre o que gostaria que lhe tivessem dito quando ainda estava começando a jogar baseball. Ele respondeu: “Eu gostaria que alguém tivesse me dito que quando você chega ao topo, não há nada lá.” Muitos objetivos revelam o quanto são vazios apenas depois que vários anos foram perdidos em sua busca.
Em nossa sociedade humanística, as pessoas vão atrás de muitos propósitos, pensando que neles encontrarão sentido. Entre eles estão: sucesso nos negócios, prosperidade, bons relacionamentos, sexo, entretenimento, fazer o bem aos outros, etc. As pessoas já viram que, mesmo quando atingiram seus propósitos de prosperidade, relacionamentos e prazer, havia ainda uma grande lacuna interior – um sentimento de vazio que nada parecia preencher.
O autor do livro Bíblico de Eclesiastes expressa este sentimento quando diz: “Vaidade de vaidades, ...tudo é vaidade.” Este autor tinha prosperidade além da medida, sabedoria maior que de qualquer homem de seu tempo ou do nosso, mulheres às centenas, palácios e jardins que eram a inveja de outros reinos, a melhor comida e o melhor vinho e toda a forma possível de diversão. E ele disse, em dado momento, que qualquer coisa que seu coração quisesse, ele buscava. E mesmo assim ele resumiu a “vida debaixo do sol” (a vida vivida como se tudo o que nela há é o que podemos ver com nossos olhos e experimentar com nossos sentidos) como sendo sem significado! Por que existe tal vazio? Porque Deus nos criou para algo além do que nós podemos experimentar aqui e agora. Disse Salomão a respeito de Deus: "Ele também pôs a eternidade no coração dos homens..." Nos nossos corações, nós sabemos que o “aqui e agora” não é tudo o que há.
Em Gênesis, o primeiro livro da Bíblia, vemos que Deus criou a humanidade à Sua imagem (Gênesis 1:26). Isto significa que nós somos mais parecidos com Deus do que com qualquer outra coisa (qualquer outra forma de vida). Nós também vemos que antes da humanidade cair em pecado e a maldição vir por sobre a terra, as seguintes afirmações eram verdadeiras: (1) Deus fez o homem uma criatura social (Gênesis 2:18-25); (2) Deus deu trabalho ao homem (Gênesis 2:15); (3) Deus tinha comunhão com o homem (Gênesis 3:8); e (4) Deus deu ao homem domínio sobre a terra (Gênesis 1:26). Qual o significado disto? Eu creio que Deus tinha como intenção, com cada uma destas coisas, acrescentar realização a nossa vida, porém tudo isto (especialmente a comunhão do homem com Deus) foi adversamente afetado pela queda do homem em pecado e conseqüente maldição sobre a terra (Gênesis 3).
No Apocalipse, o último livro da Bíblia, ao final de muitos outros eventos do fim dos tempos, Deus revela que Ele irá destruir a atual terra e céu que conhecemos e conduzir-nos ao estado eterno, criando um novo céu e uma nova terra. Neste tempo, Ele irá restaurar a comunhão total com a humanidade redimida. Alguns da humanidade terão sido julgados indignos e jogados ao Lago de Fogo (Apocalipse 20:11-15). E a maldição do pecado será eliminada; não haverá mais pecado, tristeza, doença, morte, dor, etc. (Apocalipse 21:4). E aqueles que crêem herdarão todas as coisas; Deus habitará com eles, e eles serão Seus filhos (Apocalipse 21:7). Portanto, chegamos ao ponto inicial de que Deus nos criou para termos comunhão com Ele; o homem pecou, quebrando tal comunhão; Deus restaura esta comunhão completamente no estado eterno com aqueles julgados dignos por Ele. Agora, passar a vida inteira alcançando qualquer coisa e todas as coisas apenas para morrer separado de Deus pela eternidade seria mais do que fútil! Mas Deus providenciou uma maneira não apenas de tornar possível a eterna alegria espiritual (Lucas 23:43), mas também para vivermos esta vida com satisfação e sentido. Então, como esta eterna alegria espiritual e o “céu na terra” são obtidos?
O SENTIDO DA VIDA RESTAURADO ATRAVÉS DE JESUS CRISTO
Como fizemos alusão acima, o real sentido, tanto agora como na eternidade, é encontrado ao se restaurar o relacionamento com Deus, relacionamento que foi perdido quando Adão e Eva caíram em pecado. Hoje, este relacionamento com Deus somente é possível através de Seu Filho, Jesus Cristo (Atos 4:12; João 14:6; João 1:12). A vida eterna é recebida quando alguém se arrepende de seu pecado (ao não querer mais continuar nele, mas que Cristo o mude e faça dele uma nova pessoa) e começa a confiar em Jesus Cristo como Salvador (veja a questão “Qual é o plano da salvação?” para mais informações sobre este assunto tão importante).
Porém, o real sentido da vida não é encontrado meramente em descobrir Jesus como Salvador (apesar do quão maravilhoso ser). Ao invés disso, o real sentido da vida é encontrado ao se começar a seguir a Cristo como Seu discípulo, aprendendo Dele, passando tempo com Ele na Sua Palavra, a Bíblia, tendo comunhão com Ele em oração e caminhando com Ele em obediência aos Seus mandamentos. Se você é um descrente (ou talvez um novo crente), você deve estar dizendo a si mesmo: “Isto não me soa assim tão incrível e realizador!” Mas por favor, leia um pouco mais. Jesus fez as seguintes declarações:
“Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve” (Mateus 11:28-30). “...eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância” (João 10:10b). “Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me; Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á.” (Mateus 16:24-25). E nos Salmos encontramos o seguinte: “Deleita-te também no SENHOR, e te concederá os desejos do teu coração.” (Salmos 37:4).
O que todos estes versículos estão dizendo é que nós temos uma escolha. Nós podemos continuar buscando guiar nossas próprias vidas (com o resultado de vivermos uma vida vazia) ou podemos escolher seguir a Deus buscando Sua vontade para as nossas vidas com todo o nosso coração (o que resultará em uma vida vivida por completo, tendo os desejos do nosso coração atendidos e encontrando contentamento e satisfação). Isto é assim porque o nosso Criador nos ama e deseja o melhor para nós (não necessariamente a vida mais fácil, mas a com mais satisfação).

"COMO POSSO RECEBER PERDÂO DE DEUS?"

DEVOCIONAL:(25/12/15) "COMO POSSO RECEBER PERDÂO DE DEUS?"Atos 13:38 declara: “Tomai, pois, irmãos, conhecimento de que se vos anuncia remissão de pecados por intermédio deste [Jesus].”
O que é perdão e por que preciso?
A palavra “perdão” significa limpar a conta, perdoar ou cancelar a dívida. Quando ofendemos alguém, buscamos seu perdão para que o relacionamento seja restaurado. Perdão não é dado porque alguém merece ser perdoado. Ninguém merece ser perdoado. Perdão é um ato de amor, misericórdia e graça. Perdão é uma decisão de não manter algo contra outra pessoa, apesar do que tenha lhe feito.
A Bíblia nos diz que todos nós precisamos do perdão de Deus. Todos nós temos cometido pecado. Eclesiastes 7:20 proclama: “Não há homem justo sobre a face da terra que faça o bem e que não peque.” 1 João 1:8 diz: “Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós.” No final das contas todo pecado é contra Deus (Salmos 51:4). Por isso, precisamos desesperadamente do perdão de Deus. Se nossos pecados não forem perdoados, passaremos a eternidade sofrendo as conseqüências de nossos pecados (Mateus 25:46; João 3:36).
Perdão – Como posso obter?
Graças a Deus, Ele é bondoso e misericordioso — pronto para nos perdoar dos nossos pecados! 2 Pedro 3:9 nos diz: “...Ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento.” Deus deseja nos perdoar, então ele providenciou nosso perdão.
O único castigo justo pelos nossos pecados é a morte. A primeira parte de Romanos 6:23 declara: “Porque o salário do pecado é a morte...” Morte eterna é o salário que merecemos por nossos pecados. Deus, em Seu plano perfeito, tornou-se um ser humano — Jesus Cristo (João 1:1,14). Jesus morreu na cruz, pagando o preço que nós merecíamos pagar— morte. 2 Coríntios 5:21 nos ensina que: “Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus.” Jesus morreu na cruz, levando sobre si o castigo que nós merecemos! Sendo Deus, a morte de Jesus providenciou perdão pelos pecados do mundo inteiro. 1 João 2:2 proclama: “E Ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro.” Jesus ressuscitou dos mortos, proclamando Sua vitória sobre o pecado e a morte (1 Coríntios 15:1-28). Graças a Deus pela morte e ressurreição de Jesus Cristo. A segunda parte de Romanos 6:23 também é verdade: “...mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.”
você quer ter seus pecados perdoados? Você tem sentido o peso da culpa que simplesmente não desaparece? Perdão de seus pecados é disponível a você se apenas colocar sua fé em Jesus Cristo como seu Salvador. Efésios 1:7 diz: “No qual temos a redenção, pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da sua graça.” Jesus pagou nossa dívida por nós para que pudéssemos ser perdoados — e Ele te perdoará! João 3:16-17 contém esta maravilhosa mensagem: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porquanto Deus enviou o Seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por Ele.”

"VOCÊ TEM VIDA ETERNA?"

A Bíblia apresenta um caminho claro para a vida eterna. Primeiramente, temos que reconhecer que temos pecado contra Deus: “Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3:23). Todos nós temos feito coisas que desagradam a Deus, que nos fazem merecedores de castigo. Já que todos os nossos pecados, no final das contas, são contra o Deus eterno, somente um castigo eterno é suficiente. “O salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 6:23).
Porém, Jesus Cristo, o santo (1 Pedro 2:22), eterno Filho de Deus, tornou-se homem (João 1:1,14) e morreu para pagar nossos pecados. “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5:8). Jesus Cristo morreu na cruz (João 19:31-42), tomando sobre si o castigo que nós merecemos (2 Coríntios 5:21). Três dias depois ele ressuscitou dos mortos (1 Coríntios 15:1-4), provando Sua vitória sobre o pecado e a morte. “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua muita misericórida, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos” (1 Pedro 1:3).
Pela fé, temos que fugir do pecado e olhar para Cristo para salvação (Atos 3:19). Se colocarmos nossa fé nele, confiando na Sua morte na cruz para pagar nossos pecados, seremos perdoados e a nós é prometida vida eterna no céu. “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3:16) “Se, com a tua boca, confessares a Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo” (Romanos 10:9). Fé absoluta no sacrifício de Cristo na cruz é o único caminho para a vida eterna! “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2:8-9).
Se você quer aceitar Jesus Cristo como seu Salvador, aqui está uma simples oração que você pode usar. Lembre-se que dizer esta oração como qualquer outra não irá salvá-lo. Somente crendo em Cristo você pode ser salvo. Esta oração é uma simples maneira de expressar a Deus sua fé nele e agradecer a Ele por ter providenciado sua salvação. “Deus, Eu sei que tenho pecado contra Ti e mereço ser castigado. Mas Jesus Cristo tomou o castigo que eu mereço para que por minha fé nele eu possa ser perdoado. Eu abandono meu pecado e coloco minha confiança em Ti para minha salvação. Obrigado por Sua maravilhosa graça e perdão — o presente da vida eterna! Amém!”

" COMO DEVEM OS PAIS CRISTÃOS LIDAR COM A MORTE DE UM FILHO?



Resposta: 
Como pais, não podemos imaginar uma experiência mais traumática do que perder um filho. Todos os pais naturalmente esperam que irão morrer antes dos seus filhos. Tal perda é um extraordinário evento fora-de-ordem que traz consigo uma enorme sensação de dor e tristeza persistente. É uma experiência transformadora que apresenta desafios únicos para os pais na medida em que procuram reconstruir as suas vidas sem seu filho.
Seria presunçoso de qualquer pessoa tentar dizer aos pais como lidar com a morte de seu filho. No entanto, sabemos que os que têm rendido suas vidas a Deus são mais aptos a se recuperarem dessa perda com um maior senso de normalidade do que aqueles sem uma fé genuína e positiva em nosso Criador. Levando isso em consideração, como devem os pais cristãos lidar com a morte de um filho? Será que a Bíblia aborda o assunto, e em caso afirmativo, em que sentido?
Em primeiro lugar, devemos observar que cada pessoa lida com a dor de forma diferente. As emoções variam muito na sua intensidade e são normais e naturais. Em segundo lugar, nenhum pai ou mãe chega a cicatrizar completamente da perda de um filho. Não é como uma doença da qual se recupera. A maioria dos conselheiros compara esse evento a uma lesão física que transforma a vida. No entanto, também devemos saber que embora possamos sempre sentir a perda, a sua intensidade diminui com o tempo.
É a fé do cristão em um Deus amoroso e sempre fiel que nos permite resistir e recuperar-nos da perda de um filho, às vezes de maneiras que outros acham notáveis. Tal foi o caso de Davi na perda do seu primeiro filho, o qual morreu sete dias após o nascimento (2 Samuel 12:18-19). Há várias lições valiosas que podemos aprender com esta passagem da Escritura que podem ajudar os pais em luto a enfrentar o futuro com esperança.
Uma delas é que Davi orou fervorosamente pela vida do seu filho (2 Samuel 12:16). Isso deve ser verdade para todos os pais em todos os momentos, e não apenas quando os tempos são difíceis. Os pais devem sempre orar por seus filhos, pedindo a Deus que cuide deles e os proteja. Da mesma forma, os pais devem orar para que Deus ofereça sabedoria e orientação divina para que os nossos filhos cresçam na disciplina e admoestação do Senhor (Juízes 13:12; Provérbios 22:6, Efésios 6:4).
Uma outra lição que aprendemos com Davi foi a sua reação à morte do seu filho. Ao saber que a criança havia morrido, houve uma aceitação representada por suas ações quando ele "se levantou da terra; lavou-se, ungiu-se, mudou de vestes, entrou na Casa do SENHOR e adorou; depois, veio para sua casa e pediu pão; puseram-no diante dele, e ele comeu" (2 Samuel 12:20). O que é surpreendente sobre esta passagem é que Davi "entrou na casa do Senhor e adorou." Em outras palavras, Davi não só aceitou a morte do seu filho, mas entregou tudo a Deus em adoração. A capacidade de adorar e honrar a Deus em um momento de provação ou crise é uma poderosa demonstração da nossa confiança espiritual em nosso Deus. Fazer isso nos permite aceitar a realidade da nossa perda. E é assim que Deus nos liberta para continuar vivendo. Davi modela para nós nesta história a sabedoria de liberar aquilo que não podemos mudar.
A próxima lição é a mais reveladora. É a confiança no conhecimento de que crianças que morrem antes de chegarem à idade da responsabilidade vão para o céu. A resposta de Davi aos questionando a sua reação à morte de seu filho sempre foi uma grande fonte de conforto a pais crentes que perderam bebês e crianças pequenas. "Porém, agora que é morta, por que jejuaria eu? Poderei eu fazê-la voltar? Eu irei a ela, porém ela não voltará para mim" (2 Samuel 12:23). Davi estava plenamente confiante de que iria encontrar o seu filho no céu. Esta passagem é uma indicação forte de que os bebês e crianças que passam deste mundo vão para o céu.
Sofrer a perda de um filho é uma viagem comovente. Não há regras estabelecidas para nos ensinar a lamentar. No entanto, conselheiros e aqueles que sofreram a perda de um filho têm fornecido alguns conselhos úteis:
• Reconheça que você não está sozinho. Você tem Deus. Você tem seus irmãos e irmãs em Cristo. Você tem amigos próximos e familiares. Peça por ajuda. Eles estão disponíveis a ajudá-lo. 
• Não coloque limites de tempo na sua recuperação. Não espere que um dia passe sem que você pense em seu filho, e nem deseje isso. 
• Fale sobre o seu filho. É importante que você compartilhe a história do seu filho com outras pessoas. 
• Cuide de si mesmo e dos seus outros filhos. Eles também estão sofrendo a perda de um irmão e o desconforto adicional de ver seus pais em luto. 
 Tente não fazer nenhuma decisão importante, pelo menos durante o primeiro ano. 
• Espere que passar pelos muitos "primeiros" após a morte de um jovem filho – primeiro aniversário, primeiro natal, etc. - vai ser doloroso.
E, por último, os cristãos que perderam uma criança têm a promessa fiel da Palavra de Deus: "E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram" (Apocalipse 21:4). 

SOBRE OS MAGOS...

DEVOCIONAL: (25/12/15) SOBRE OS MAGOS...
SOBRE OS MAGOS: Num breve relato a Bíblia narra que magos do Oriente, guiados por uma estrela do leste, foram visitar o recém-nascido menino Jesus e levaram presentes consigo: Ouro, incenso e mirra; símbolos da realeza e sacerdócio de que Jesus viria exercer. Logo, a tradição conclui que eram “três reis magos”; mas a Bíblia não diz que eram três nem que eram reis, e tanto podem ter sido dois, como três ou quatro.
Nos presépios construídos em todo o mundo eles são vistos na ‘manjedoura’ visitando o menino Jesus, contudo, a Bíblia diz que quando os magos visitaram o menino com seus pais, eles já estavam morando numa casa (Mt 2:11); e não no estábulo onde ficaram apenas aquela noite devido o recenseamento que estava acontecendo e as hospedarias então todas ocupadas. Essa viagem desde o oriente fora bastante longa, e provavelmente tenha demorado meses.
Embora as circunstâncias levassem Jesus a nascer num lugar bem humilde; contudo, Jesus não nasceu entre os animais; mas num compartimento onde se guardavam as provisões e onde havia uma manjedoura (coxo) limpa.
Não se sabem exatamente as razões desses magos, conhecidos como astrólogos feiticeiros, nem a origem exata das revelações e da estrela; e ainda que alguns atribuam a um meteoro ou conjunção de planetas; contudo, fica claro que não era uma estrela comum, pois ela os acompanhou na longa caminhada e se deteve acima da casa onde Jose, Maria e o menino, estavam morando.
Intrigante também, o fato de apenas esses astrólogos pagãos, praticantes da astrologia condenada por Deus, tenham visto a estrela, e o fato de guia-los primeiro até Jerusalém onde morava Herodes, um inimigo mortal do prometido Messias, pondo em perigo sua vida e; somente depois levado os astrólogos até Belém.
Isso tem feito alguns pensar que a estrela e as revelações procederam de uma fonte adversa aos propósitos de Deus em relação ao Messias; tanto é verdade que os magos puseram em risco a vida de Jesus que Deus teve de intervir através de sonhos a fim de que o menino não fosse morto; pois Herodes, ao saber que os magos procuravam um recém-nascido, que segundo a profecia se tornaria o Rei dos Judeus, convocou todos os entendidos em profecias para que dissessem aonde nasceria o Messias.
Informado que o lugar do nascimento, segundo a profecia de Miquéias cerca de 700 anos antes, seria Belém; então, usado por satanás, ardilosamente manifestou desejo em adorá-lo pedindo aos magos que na volta lhe dissesse o local; mas Deus interveio em sonhos e orientou aos magos que tomassem outro caminho, pois a intenção do rei Herodes era matar o Salvador da humanidade; em seguida, ainda em sonhos,
ordenou a José que fugissem para o Egito até que fossem orientados a voltar (Mt 2:13). Nesta parte também se cumpriu outra profecia: “Do Egito chamei a meu Filho”; que Oséias que profetizara cerca de 730 anos antes (Os 11:1; Mt 2:15).
Outros acreditam que Deus permitiu a operação do erro; permitiu que fossem usados meios do próprio meio, a fim de que Herodes e todos os demais soubessem que a Vinda do Messias era uma realidade e não invenção de profetas judeus.
Interessante e curioso é que essa estranha estrela que levou os magos pagãos primeiro a Herodes, que arquitetou um plano diabólico para matar o menino; e que depois os conduziu a Belém, é o principal enfeite colocado no topo das árvores de Natal e nas casas; e chamada de a “estrela de Belém”.

NÃO PARTICIPAMOS DO NATAL!!!!

DEVOCIONAL (25/12/15)
APENAS reiterando que não participamos das festividades de “Babilônia a Grande”; pois somos ensinados na oração do “Pai Nosso” a santificar o nome de Deus, e fazemos isto quando não envolvemos Deus e Seu filho em comilanças, bebedices, crenças e mitos pagãos.
Mas a data é um convite para que nos lembremos de grandes profecias a respeito do Filho de Deus que se fez homem. Isaías profetizou cerca de 740 anos antes de Jesus nascer: “Eis que a virgem conceberá e dará a luz a um filho e será o seu nome EMANUEL (Is 7:14) [que significa Deus conosco]. Não que Jesus fosse o próprio Jeová, mas Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo (II Co 5:19).
Miqueias, contemporâneo de Isaías, profetizou o local do nascimento de Jesus: E tu, Belém Efrata, posto que pequenina entre as milhares de Judá, de ti me sairá o que será Senhor em Israel (Mq 5:2). Efrata era o antigo nome dessa pequena cidade onde Jesus nasceu, portanto, não confundir com outra Belém que “estudiosos” questionam, apenas tentando desacreditar as Escrituras e distrair as pessoas da mensagem.
Bem apropriado que nascesse em Belém, que significa “Casa do pão” [Ele o Pão que desceu do céu]; onde também nasceu o rei Davi, seu antepassado na linhagem santa ao qual Deus prometeu que o trono não passaria a outro, mas seria dado ao descendente Santo de Davi: Jesus.
Embora Jesus tenha sido rejeitado como rei de Israel; em Sua 2ª vinda a profecia terá seu cumprimento. Tiago ao presidir o 1º Concílio da Igreja em Jerusalém [Pedro nem presidiu nem era papa]; cheio do Espírito Santo disse: Depois disto voltarei, e reedificarei o tabernáculo de Davi, que está caído, levantá-lo-ei das suas ruínas e o tornarei a edifica-lo (At 15:15, 16). O apocalipse menciona esse tempo bendito em que o “filho varão” há de reger todas as nações com cetro de ferro (Ap 12).
Mas uma profecia maravilhosa acerca do nascimento de Jesus, que por mais de meio século toca meu coração, foi feita cerca de 1800 anos antes do evento. Jacó nem tinha noção exata sobre o que profetizava, mas inspirado por Deus, ao abençoar um de seus filhos disse:
“Judá a ti te louvarão os teus irmãos; os filhos de teu pai a ti se inclinarão. Judá é um leãozinho, da presa subiste filho meu. O cetro não se arredará de Judá, nem o legislador dentre seus pés, até que venha Siló; e a ele se congregarão os povos” (Gn 49:8-12). Jesus é o único descendente do rei Davi a quem foi prometido o reinado. O anjo Gabriel disse a Maria: Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai, e Ele reinará eternamente sobre a casa de Jacó (Lc 1:32, 33).
Quando ninguém se achou digno de abrir o livro e desatar os seus selos durante a Tribulação, um dos anciãos disse: “Não chores; eis aqui o Leão da tribo de Judá, a raiz de Davi, que venceu, para abrir o livro e desatar os seus sete selos” (Ap 5.5). Estejamos atentos a estas profecias que fortalecem a nossa fé em tempos de adversidades.
Paulo disse que nos últimos tempos alguns homens deixarão a sã doutrina, e tendo “coceira” nos ouvidos amontoarão para si mestres (II Tm 4:3); eles estão ai tentando “provar” erros nas profecias Bíblicas; inquietando e confundindo a muitos, com discussão sobre nomes, datas, genealogias e apócrifos; mas permaneçamos firmes nas boas novas já reveladas, que são alegria para todo o povo.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

"COMO POSSO SUPERAR O VICIO EM PORNOGRAFIA NA INTERNET? PODE O VICIO EM PORNOGRAFIA SER DERROTADO?

Os estudos mostram que os termos relacionados com a pornografia são, de longe, os mais comumente procurados nos motores de busca da Internet. Todos os dias, literalmente milhões de pessoas fazem pesquisas relacionadas com a indústria pornô. As poderosas imagens da pornografia na internet são altamente viciantes. Muitos homens (e mulheres) têm sido capturados nessa armadilha e encontram-se irremediavelmente viciados em sua estimulação visual. Isso resulta em desejo incontrolável, em incapacidade de experimentar a verdadeira intimidade sexual no casamento e, muitas vezes, em intensos sentimentos de culpa e desespero. A pornografia é a causa número 1 de masturbação, agressão sexual e desvio sexual. Mais importante ainda, a pornografia é uma ofensa a Deus, por isso é um pecado que deve ser confessado, arrependido e superado.
Há dois aspectos principais na batalha para superar o vício na pornografia: o espiritual e o prático. Espiritualmente, esse vício é um pecado que Deus deseja que você supere e, portanto, lhe capacitará a fazê-lo. O primeiro passo é certificar-se de que você realmente colocou a sua confiança em Jesus Cristo como o seu Salvador. Sem salvação através de Jesus Cristo, não existe a possibilidade de uma vitória verdadeira e duradoura sobre a pornografia: "porque sem mim nada podeis fazer" (João 15:5).
Se você for um crente em Cristo e estiver lutando com o vício em pornografia na Internet, há esperança e ajuda! O poder do Espírito Santo está disponível (Efésios 3:16). A limpeza do perdão de Deus está disponível (1 João 1:9). A capacidade de renovação da Palavra de Deus está à sua disposição (Romanos 12:1-2). Entregue a sua mente e olhos ao Senhor (1 João 2:16). Peça a Deus para fortalecê-lo e ajudá-lo a superar a pornografia (Filipenses 4:13). Peça a Deus para protegê-lo de mais exposição à pornografia (1 Coríntios 10:13), e para preencher a sua mente com as coisas que são agradáveis a Ele (Filipenses 4:8). Esses são pedidos que Deus irá honrar e responder.
Não se desespere! Um vício em pornografia na Internet não é um "pecado imperdoável." Deus pode e vai perdoá-lo. Esse vício não é um "pecado invencível." Deus pode e vai permitir que você o supere. Entregue a sua mente e olhos ao Senhor. Comprometa-se a preencher a sua mente com a Palavra de Deus (Salmo 119:11). Busque a Sua ajuda diariamente em oração; peça a Ele que encha a sua mente com a Sua verdade e bloqueie os pensamentos e desejos desagradáveis. Tome as medidas práticas listadas acima para manter-se responsável e bloqueie o acesso à pornografia na internet. "Ora, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós" (Efésios 3:20).

V

ALIVIANDO A CARGA DO PECADO!!!

ALIVIANDO A CARGA DO PECADO. Conta-se a fábula sobre um homem que caminhava vacilante pela estrada levando uma pedra numa mão enquanto nas costas carregava um saco de terra, em volta do peito trazia umas vinhas pendurada; sobre a cabeça equilibrava uma abóbora pesada.
Pelo caminho alguém que lhe perguntou: Cansado viajante, por que carrega essa pedra tão grande? É estranho respondeu o viajante, mas eu nunca tinha realmente notado que a carregava. Então ele jogou fora a pedra e se sentiu muito melhor. Em seguida outro transeunte lhe perguntou por que carregava abóbora tão pesada? Caiu em si e agradeceu a observação, pois não tinha notado o que fazia consigo mesmo.
Lançou fora a abóbora e prosseguiu sua caminhada com passos muito mais leves. Um por um dos transeuntes foram avisando o homem a respeito das cargas desnecessárias; e ele foi abandonado uma a uma. Por fim tornou-se um homem livre e caminhou como tal.
Uma vez livre da carga desnecessária caminhou gostosamente pelo caminho. As ilustrações, como as parábolas de Jesus, às vezes parecem sem nexo e alguém pode pensar que coisas assim não acontecem. Mas a ilustração revela que este é o problema de muitas pessoas. Elas estão carregando cargas sem perceber. Não é de estranhar que vivam tão “provadas”, como costumam dizer.
A falta do conhecimento Bíblico acaba incutindo-lhes que precisam sofrer para se purificar; e assim, ignoram o sangue expiador que nos purifica de todo o pecado; e como sofrimento não alivia cargas, antes acumula, vive uma vida cristã medíocre.
Existem crentes que nunca experimentaram a salvação como dom gratuito, e não se conformam que outros vivam bem e felizes, então formam doutrinas com textos fora de contexto e só é “bem crente” quem sofre bastante, quem é provado. Nessa atmosfera pouco cristã, nunca conseguem falar, graças a Deus vou bem. Sempre acrescentam: apesar das provas!
Existe também um falso ensino de que quando alguém comete um pecado grave deve ficar isolada dos demais, excluído por tempo indeterminado, esquecido por anos, como se tivesse uma doença contagiosa, e isso tem feito as pessoas carregar uma tremenda ‘pedra sobre a cabeça’.
Claro que a disciplina cristã se faz necessária e o maior beneficiado é o penitente; depois, a disciplina tem como objetivo mostrar a toda a congregação que aquele procedimento não pode se tornar norma de vida; mas a disciplina que vem de Deus é acompanhada de amoroso pastoreio. O pastor leva a “vara e o cajado”: a vara para afugentar predadores que ferem a ovelha; enquanto o cajado com sua ponta curva visa trazer a ovelha para junto do rebanho.
Foi isto que Paulo fez com o fornicário incestuoso de Corinto: Aplicou uma pesada disciplina num momento conturbado daquela Congregação (I Co 5:1-5); mas tão logo notou o tal profundamente deprimido; usou do “cajado” trazendo o pecador arrependido para dentro da congregação, perdoando-o, e pedindo que a congregação fizesse o mesmo (II Co 2:4-11).
Pensamentos negativos; culpar e acusar outras pessoas; deixar de perdoar; pecados ocultos; sofrer por coisas que não conseguiu vencer; são cargas desnecessárias que o crente carrega. Nesta época, mais que em outra qualquer, com motivação correta ou não, é lembrado o nascimento de Jesus e Ele veio para aliviar a carga de todos os oprimidos (Is 53). Jesus nos diz: “Vinde a mim, cansados e oprimidos e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para as vossas almas” (Mt 11:25-28).

COMO AS ALMAS HUMANAS SÃO CRIADAS?

 Há duas opiniões bíblicas plausíveis sobre como a alma humana é criada. O Traducianismo é a teoria de que uma alma é gerada juntamente com o corpo pelos pais físicos. Passagens que aparentam sustentar essa opinião são: (A) Em Gênesis 2:7, Deus soprou nas narinas o fôlego de vida e Adão passou a ser “alma vivente”. A Bíblia em nenhum outro lugar registra Deus executando essa ação novamente. (B) Adão teve um filho à sua semelhança (Gênesis 5:3). Os descendentes de Adão aparentam ter “almas viventes” sem Deus ter soprado em suas narinas o fôlego da vida. (C) Gênesis 2:2-3 aparenta indicar que Deus cessou o seu trabalho de criação. (D) O pecado de Adão afeta todos os homens – fisicamente e espiritualmente – isso faz sentido se tanto o corpo quanto a alma vierem dos pais. A fraqueza da teoria do Traducionismo é que não deixa claro como uma alma imaterial pode ser gerada através de um processo completamente físico. O Traducionismo só pode ser verdade se o corpo e a alma forem indissoluvelmente entrelaçados.
O Criacionismo é a opinião de que Deus cria uma nova alma quando um novo ser humano é concebido. Muitos fundadores da igreja primitiva acreditavam no Criacionismo e essa teoria também tem suporte bíblico. Primeiro, a Bíblia diferencia a origem da alma da origem do corpo (Eclesiastes 12:7; Isaías 42:5; Zacarias 12:1; Hebreus 12:9). Segundo, se Deus cria cada alma individual quando necessário, então a separação do corpo e da alma é bem firme. A fraqueza do Criacionismo é que Deus está continuamente criando novas almas, enquanto Gênesis 2:2-3 indica que Deus já cessou de criar. Além disso, já que a existência humana inteira - corpo, alma e espírito - é afetada pelo pecado e Deus cria uma nova alma para cada ser humano, como então essa alma é infetada pelo pecado?
Uma terceira opinião que não tem nenhum suporte bíblico é o conceito de que Deus criou todas as almas humanas ao mesmo tempo e “junta” a alma ao ser humano no momento da concepção. Essa opinião acredita que existe uma forma de “armazém de almas” no céu onde Deus guarda as almas que estão à espera de um corpo humano. Novamente, essa opinião não tem suporte bíblico nenhum e geralmente é defendida por aqueles que têm uma mentalidade “nova era” de reencarnação.
Seja a opinião traducionista ou criacionista a correta, as duas concordam que a alma não existe antes da concepção. Esse aparenta ser o ensino claro da Bíblia. A alma humana não existe antes do ser humano ser concebido. Se Deus cria uma nova alma humana no momento de concepção, ou se Deus projetou o processo reprodutivo humano para também reproduzir uma alma – Deus é quem é completamente responsável pela criação de cada alma.

"POR QUE ESTAVAM MIGUEL E SATANÁS DISPUTANDO PELO O CORPO DE MOISÉS? (JUDAS 9)?"

Judas versículo 9 refere-se a um evento que não é encontrado em nenhum outro lugar nas Escrituras. Miguel teve de lutar ou disputar com Satanás pelo corpo de Moisés, mas o que isso implicava não é descrito. Uma outra luta angelical é relatada por Daniel, o qual descreve um anjo vindo a ele em uma visão. Este anjo, chamado Gabriel em Daniel 8:16 e 9:21, diz a Daniel que ele foi "resistido" por um demônio chamado "príncipe da Pérsia" até o arcanjo Miguel vir em seu auxílio (Daniel 10:13). Assim, podemos aprender com Daniel que os anjos e demônios lutam batalhas espirituais pelas nações e almas dos homens, e que os demônios resistem aos anjos e tentam impedi-los de fazer a vontade de Deus. Judas nos diz que Miguel foi enviado por Deus para lidar de alguma forma com o corpo de Moisés, o qual o próprio Deus havia enterrado depois da sua morte (Deuteronômio 34:5-6).
Várias teorias têm sido formuladas quanto ao que esta luta sobre o corpo de Moisés era. Uma delas é que Satanás, o acusador do povo de Deus (Apocalipse 12:10), pode ter tentado evitar que Moisés tivesse a vida eterna devido ao pecado de Moisés em Meribá (Deuteronômio 32:51) e ao seu assassinato do egípcio (Êxodo 2:12).
Alguns supõem que a referência em Judas seja a mesma que a passagem em Zacarias 3:1-2: "Ele me mostrou o sumo sacerdote Josué, o qual estava diante do anjo do Senhor, e Satanás estava à sua mão direita, para se lhe opor. Mas o anjo do Senhor disse a Satanás: Que o Senhor te repreenda, ó Satanás." Entretanto, as objeções a essa hipótese são óbvias: (1) A única semelhança entre as duas passagens é a expressão: 'O Senhor te repreenda, ó Satanás!' (2) o nome "Miguel" não é mencionado na passagem em Zacarias. (3) Não há qualquer menção ou alusão feita do "corpo de Moisés" em Zacarias.
Também tem sido suposto que Judas esteja citando um livro apócrifo que continha esta narrativa e que isso serve para confirmar que a narrativa é verdadeira. Orígenes (c. 185-254), os estudiosos  cristão primitivo, menciona o livro "A Assunção de Moisés" como existente em seu tempo, contendo essa mesma narrativa sobre a disputa entre Miguel e o diabo pelo corpo de Moisés. Esse livro, agora perdido, era um livro judeu grego e Orígenes supôs que esta era a fonte da narrativa em Judas.
A questão essencial é, então, se a história é "verdadeira". Qualquer que seja a origem da narrativa, Judas de fato aparenta referir-se à disputa entre Miguel e o diabo como verdadeira. Ele fala dela da mesma forma em que teria feito se tivesse falado da morte de Moisés ou de quando ele feriu a rocha. E quem pode provar que não é verdade? Qual a evidência de que não é? Há muitas alusões aos anjos na Bíblia. Sabemos que o arcanjo Miguel é real, há menção frequente do diabo e há inúmeras afirmações de que os anjos bons e maus fazem parte de transações importantes na terra. Como a natureza dessa disputa particular sobre o corpo de Moisés é totalmente desconhecida, a conjetura é inútil. Não sabemos se houve uma discussão sobre a posse do corpo, o enterro do corpo ou qualquer outra coisa.
No entanto, há duas coisas que sabemos com certeza: primeiro, a Escritura é inerrante. A inerrância das Escrituras é um dos pilares da fé cristã. Como cristãos, temos o objetivo de nos aproximar das Escrituras com reverência e oração, e quando encontramos algo que não entendemos, oramos mais, estudamos mais e, se a resposta ainda nos escapa, humildemente reconhecemos nossas próprias limitações em face da perfeita palavra de Deus.
Segundo, Judas 9 é a suprema ilustração de como os cristãos devem lidar com Satanás e seus demônios. O exemplo de Miguel se recusando a pronunciar uma maldição sobre Satanás deve ser uma lição para os cristãos em como se relacionar com as forças demoníacas. Os crentes não devem enfrentá-los, mas sim buscar o poder de intervenção do Senhor contra eles. Se um ser tão poderoso quanto Miguel deixou que o próprio Deus lidasse com Satanás, quem somos nós para tentar censurar, expulsar ou comandar os demônios?

QUAL A ORIGEM DAS DIFERENTES RAÇAS?

A Bíblia não nos dá explicitamente a origem das diferentes “raças” ou cores de pele da humanidade. Na verdade, há apenas uma raça: a raça humana. Dentro da raça humana há uma grande diversidade de cores de pele e outras características físicas. Alguns especulam que quando Deus confundiu as línguas na Torre de Babel (Gênesis 11:1-9), Ele também instituiu a diversidade racial. É possível que Deus tenha feito mudanças genéticas na humanidade para melhor capacitar as pessoas à sobrevivência em diferentes pontos geográficos, como os africanos sendo melhor “equipados” geneticamente para sobreviver ao excessivo calor na África. De acordo com esta visão, Deus confundiu as línguas, causando uma separação lingüística, e então criou diferenças raciais genéticas baseadas em onde cada grupo racial deveria se estabelecer geograficamente. Mesmo sendo possível, não há qualquer base bíblica explícita para esta visão. As raças e a cor de pele da humanidade não são, em lugar algum, mencionadas como tendo alguma conexão com a Torre de Babel.
Após o dilúvio, quando as diferentes línguas vieram a existir, grupos que falavam uma língua migraram juntamente com outros da mesma língua. Assim, os dados genéticos para um grupo específico encolheram dramaticamente conforme eles não tinham mais a totalidade da população humana para se misturar. O cruzamento fechado ocorreu, fazendo então com que certas características fossem enfatizadas nesses diferentes grupos (TODOS estavam presentes como uma possibilidade no código genético). Conforme este cruzamento fechado continuou acontecendo através das gerações, os dados genéticos foram ficando cada vez menores, ao ponto de que as pessoas de uma família lingüística tivessem todas as mesmas características, ou características parecidas, e seria uma raridade o surgimento de uma característica diferente.
Uma outra explicação é que Adão e Eva possuíram os genes para produzir descendência negra, marrom e branca (e tudo o mais em termos de raças). Isto seria parecido com o que acontece com um casal inter-racial, que tem filhos que variam muito em cor uns dos outros. Como Deus obviamente quis que a humanidade fosse diversa na aparência, faz sentido que Deus daria a Adão e Eva a capacidade de produzir filhos com tons de pele diferentes. Mais tarde, os únicos sobreviventes do Dilúvio foram Noé e sua esposa, os três filhos de Noé e suas esposas, oito pessoas ao todo (Gênesis 7:13). Talvez as esposas de Sem, Cão e Jafé fossem de diferentes raças. É possível que a esposa de Noé tenha sido de uma diferente raça em relação a Noé. Talvez todos os 8 fossem de raças misturadas, o que significaria que possuíam a genética para produzir filhos de raças diferentes. Qualquer que seja a explicação, o mais importante aspecto desta questão é que todos nós somos da mesma raça, todos criados pelo mesmo Deus, todos criados para o mesmo propósito.

QUAL A ORIGEM DA IGEJA CATÓLICA?

Resposta: A Igreja Católica Romana declara que sua origem é a morte, ressurreição e ascensão de Jesus Cristo em aproximadamente 30 d.C. A Igreja Católica proclama a si própria como a Igreja pela qual Jesus Cristo morreu, a Igreja que foi estabelecida e construída pelos Apóstolos. É esta a verdadeira origem da Igreja Católica? Pelo contrário. Mesmo uma leitura superficial no Novo Testamento irá revelar que a Igreja Católica não tem sua origem nos ensinamentos de Jesus, ou de Seus apóstolos. No Novo Testamento, não há menção a respeito do papado, adoração a Maria (ou a imaculada concepção de Maria, a virgindade perpétua de Maria, a ascensão de Maria ou Maria como co-redentora e mediadora), petição por parte dos santos no Céu pelas orações, sucessão apostólica, as ordenanças da igreja funcionando como sacramentos, o batismo de bebês, a confissão de pecados a um sacerdote, o purgatório, as indulgências ou a autoridade igual da tradição da igreja e da Escritura. Portanto, se a origem da Igreja Católica não está nos ensinamentos de Jesus e Seus apóstolos, como registrado no Novo Testamento, qual a verdadeira origem da Igreja Católica?
Pelos primeiros 280 anos da história cristã, o Cristianismo foi banido pelo Império Romano, e os cristãos foram terrivelmente perseguidos. Isto mudou depois da “conversão” do Imperador Romano Constantino. Constantino “legalizou” o Cristianismo pelo Edito de Milão, em 313 d.C. Mais tarde, em 325 d.C., Constantino conclamou o Concílio de Nicéia, em uma tentativa de unificar o Cristianismo. Constantino imaginou o Cristianismo como uma religião que poderia unir o Império Romano, que naquela altura começava a se fragmentar e a se dividir. Mesmo que isto aparente ser um desenvolvimento positivo para a igreja cristã, os resultados foram tudo, menos positivos. Logo Constantino se recusou a abraçar de forma completa a fé cristã, mas continuou com muitos de seus credos pagãos e práticas. Então, a igreja cristã que Constantino promoveu foi uma mistura de verdadeiro Cristianismo e paganismo romano.
Constantino achou que, com o Império Romano sendo tão grande, vasto e diverso, nem todos concordariam em abandonar seus credos religiosos e abraçar o Cristianismo. Então, Constantino permitiu, e mesmo promoveu a “cristianização” de crenças pagãs. Crenças completamente pagãs e totalmente não-bíblicas ganharam nova identidade “cristã”. Seguem-se alguns claros exemplos disso:
(1) O Culto a Ísis, deusa-mãe do Egito e esta religião, foram absorvidas no Cristianismo, substituindo-se Ísis por Maria. Muitos dos títulos que eram usados para Ísis, como “Rainha dos céus”, “Mãe de Deus” e “theotokos” (a que carregou a Deus) foram ligados a Maria. A Maria foi dado um papel exaltado na fé cristã, muito além do que a Bíblia a ela atribui, com o fim de atrair os adoradores de Ísis para uma fé que, de outra forma, não abraçariam. Na verdade, muitos templos a Ísis foram convertidos em templos dedicados a Maria. A primeira indicação clara da Mariologia Católica ocorre nos escritos de Origen, que viveu em Alexandria, Egito, que por acaso era o lugar principal da adoração a Ísis.
(2) O Mitraísmo foi uma religião no Império Romano do 1º ao 5º século d.C. Foi muito popular entre os romanos, em particular entre os soldados romanos, e foi possivelmente a religião de vários imperadores romanos. Mesmo que jamais tenha sido dado ao Mitraísmo um status “oficial” no Império Romano, foi de fato religião oficial até que Constantino e imperadores romanos que o sucederam substituíram o Mitraísmo pelo Cristianismo. Uma das principais características do Mitraísmo era a refeição sacrificial, que envolvia comer a carne e beber o sangue de um touro. Mitras, o deus do Mitraismo, estava “presente” na carne e no sangue do touro, e quando consumido, concedia salvação àqueles que tomavam parte da refeição sacrificial (teofagia, comer o próprio deus). O Mitraísmo também possuía sete “sacramentos”, o que faz com que as semelhanças entre o Mitraísmo e o Catolicismo Romano sejam tão numerosas que não as podemos ignorar. Constantino e seus sucessores encontraram um substituto fácil para a refeição sacrificial do Mitraísmo no conceito da Ceia do Senhor/Comunhão Cristã. Infelizmente, alguns cristãos primitivos já haviam ligado o misticismo à Ceia do Senhor, rejeitando o conceito bíblico de uma simples e adorativa rememoração da morte e sangue derramado de Cristo. A romanização da Ceia do Senhor completou a transição para a consumação sacrificial de Jesus Cristo, agora conhecida como a Missa Católica/Eucaristia.
(3) A maioria dos imperadores romanos (e cidadãos) era henoteísta. Um henoteísta é alguém que crê na existência de muitos deuses, mas dá atenção especial a um deus em particular, ou considera um deus em particular como supremo e acima dos outros deuses. Por exemplo, o deus romano Júpiter era supremo acima do panteão romano de deuses. Os marinheiros romanos eram freqüentemente adoradores de Netuno, o deus dos oceanos. Quando a Igreja Católica absorveu o paganismo romano, ela simplesmente substituiu o panteão de deuses pelos santos. Assim como no panteão romano de deuses havia um deus do amor, um deus da paz, um deus da guerra, um deus da força, um deus da sabedoria, etc, da mesma forma, na Igreja Católica havia um santo “responsável” por cada uma destas coisas, e muitas outras categorias. Assim como muitas cidades romanas tinham um deus específico para ela, também a Igreja Católica providenciou “santos padroeiros” para as cidades.
(4) A supremacia do bispo romano (o papado) foi criada com o apoio de imperadores romanos. Com a cidade de Roma sendo o centro do governo para o Império Romano, e com os imperadores romanos vivendo em Roma, a cidade de Roma alcançou proeminência em todos os aspectos da vida. Constantino e seus sucessores deram apoio ao bispo de Roma como governante supremo da Igreja. Logicamente é o melhor para a unidade do Império Romano que o governo e estado religioso sejam centralizados no mesmo lugar. Mesmo a maioria de outros bispos (e cristãos) resistindo à idéia da supremacia do bispo romano, o bispo romano ascendeu à supremacia, por causa do poder e influência dos imperadores romanos. Quando houve a queda do Império Romano, os papas tomaram para si o título que anteriormente pertencia aos imperadores romanos - Máximo Pontífice.
Muitos outros exemplos poderiam ser dados. Estes quatro devem ser suficientes para demonstrar a verdadeira origem da Igreja Católica. Logicamente a Igreja Católica Romana nega a origem pagã de seus credos e práticas. A Igreja Católica disfarça suas crenças pagãs sob camadas de teologia complicada. A Igreja Católica desculpa e nega sua origem pagã sob a máscara de “tradição da igreja”. Reconhecendo que muitas de suas crenças e práticas são em essência estranhas à Escritura, a Igreja Católica é forçada a negar a autoridade e suficiência da Escritura.
A origem da Igreja Católica é a trágica mistura de Cristianismo com religiões pagãs que o cercavam. Ao invés de proclamar o Evangelho e converter os pagãos, a Igreja Católica “cristianizou” as religiões pagãs e “paganizou” o Cristianismo. Embaçando as diferenças e apagando as distinções, sim, a Igreja Católica se fez atraente às pessoas do Império Romano. O resultado foi que a Igreja Católica se tornou a religião suprema no “mundo romano” por séculos. Contudo, um outro resultado foi a mais dominante forma de apostasia cristã do verdadeiro Evangelho de Jesus Cristo e da verdadeira proclamação da Palavra de Deus.
II Timóteo 4:3-4 declara: “Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas.”

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

A PAZ DE DEUS!!!

A paz de Deus com os que de bom grado a recebem por saber que não existe nada no mundo que excede essa paz.Lembramo-nos irmãos amados.que tudo é possível ao que crer.
Você diz: "Isso é impossível"
Deus diz: "Tudo é possível" (Lucas 18:27)
Você diz: "Eu já estou cansado" 
Deus diz: "Eu te darei o repouso" (Mateus 11:28-30)
Você diz: "Ninguém me ama de verdade"
Deus diz: "Eu te amo" (João 3:16 & João 13:34)
Você diz: "Não tenho condições"
Deus diz: "Minha graça é suficiente" (II. Corintos 12:9)
Você diz: "Não vejo saída"
Deus diz: "Eu guiarei teus passos" (Provérbios 3:5-6)
Você diz: "Eu não posso fazer"
Deus diz: "Você pode fazer tudo" (Filipenses 4:13)
Você diz: "Estou angustiado"
Deus diz: "Eu te livrarei da angustia" (Salmos 90:15)
Você diz: "Não vale a pena"
Deus diz: "Tudo vale a pena" (Romanos 8:28)
Você diz: "Eu não mereço perdão"
Deus diz: "Eu te perdoo" (I Epístola de São João 1:9 & Romanos 8:1)
Você diz: "Não vou conseguir"
Deus diz: "Eu suprirei todas as suas necessidades" (Filipenses 4:19)
Você diz: "Estou com medo"
Deus diz: "Eu não te dei um espírito de medo" (II. Timóteo 1:7)
Você diz: "Estou sempre frustrado e preocupado"
Deus diz: "Confiai-me todas as suas preocupações" (I Pedro 5:7)
Você diz: "Eu não tenho talento suficiente"
Deus diz: "Eu te dou sabedoria" (I Corintos 1:30)
Você diz: "Não tenho fé"
Deus diz: "Eu dei a cada um uma medida de fé" (Romanos 12:3)
Você diz: "Eu me sinto só e desamparado"
Deus diz: "Eu nunca te deixarei nem desampararei"

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

ESTAMOS VIVENDO TEMPOS TRABALHOSOS!!!!

DEVOCIONAL: “UM POUCO DE LUZ” (22/12/15)
ESTAMOS vivendo os tempos trabalhosos preditos por Paulo nos dias do seu ministério. Uma verdadeira coceira nos ouvidos vem perturbando o povo de Deus acerca de vários assuntos, dentre eles, querendo “ressuscitar” os livros apócrifos, como se eles tivessem alguma mensagem nova e importante que não conste dos 66 livros inspirados que vem norteando a vida da Igreja nestes 2 mil anos.
Eu estive meditando no livro de Rute, de apenas 4 capítulos, e se por alguma razão me tirassem os outros 65 livros, apenas neste livro do Antigo Testamento, escrito por volta do ano 1300 a.C, eu teria toda a mensagem do amor de Deus revelado na pessoa de Jesus.
Vejo uma família composta de 4 pessoas: Elimeleque, Noemi e seus dois filhos Malon e Quilion que, devido a grande fome que grassara em Israel deixaram a sua terra indo peregrinar em terra estranha, e lá, os filhos contraíram núpcias com adoradoras de ídolos, o que deve ter amargurado o coração dos pais.
Mas nem tudo estava perdido, Jeová é o Deus das misericórdias. Noemi não deixou de amar as suas noras idólatras, nem deixou de testemunhar acerca do Deus vivo de Israel; percebemos isto, mais tarde, quando a prova aumentou ainda mais com a morte dos três homens da família, ficando três viúvas, sem filhos, e sem netos; então Noemi decide voltar à terra de Israel.
Neste momento da história percebemos o quanto esta sogra amou as noras; pois anunciada a decisão de Noemi; Orfa, uma das noras, volta ao seu povo e aos seus ídolos e; Rute, aconselhada a juntar-se à cunhada, toma a bonita decisão confessando sua fé no Deus de Israel e no desejo em seguir sua sogra, mesmo nada tendo a seu favor, pois nenhuma possibilidade havia de Noemi ter novos filhos que viessem cumprir a lei do Levirato [do cunhado remir a cunhada viúva].
O parente mais próximo, que por direito seria o resgatador de Rute, mostra-se um covarde e mesquinho, e nem seu nome é mencionado, é apenas citado como o “fulano”. O livro é de uma candura sem par! Nele encontramos Boaz, o segundo parente mais próximo de Elimeleque que, portanto, torna-se o “remidor” de Rute; e casa-se com ela.
Rute, uma Moabita, entra para a linhagem do rei Davi, e ao dar á luz à Obede, torna-se bisavó do rei Davi e ancestral de Jesus Cristo, o Messias Prometido, que nasceu da linhagem de Davi; conforme a promessa; sinalizando com isso, a entrada dos gentios para o favor de Deus.
Apenas no pequeno livro de Rute, eu vejo tantas manifestações do amor de Deus: Os personagens mostram lealdade a Deus além das expectativas. Mostra que não precisamos ser famosos ou fazer grandes coisas para ser importante perante Deus, para ser inseridos; e usados na escrita da maravilhosa história entre Deus e o seu povo amado.
Vejo a figura do Salvador na pessoa de Boaz, que como remidor prefigurou ao Cristo que nos redimiu da perdição. Nós, outrora gentios como Rute, remidos pelo “Boaz Maior”, Cristo Jesus; que nos tem feito filhos de Abraão, herdeiros das promessas; o Salvador não somente de Israel, mas da inteira raça humana.
Alguns cristãos de origem judaica andavam perturbando os cristãos, como outros hoje, indicando outros caminhos além de Cristo; exigindo a justificação pelas obras da lei, novas revelações e anjos; então Paulo escreveu sobre o cuidado que devemos ter com os que, tendo comichão nos ouvidos, querem perverter as boas novas, simples e salvadora (Gl 1:7, 8).